Festa de Arromba @Village people -q

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Como o gay bar ontem não deu muito certo devido a Santana der metido a mão na cara do leprechaun, eu resolvi dar uma festa na minha casa para aliviar a tensão da galera. Essa galera do WMHS é bem divertida, apesar de ser um povo favelado do caralho, isso porque eu já estudei lá e sei o baixo nível de algumas pessoas de lá. Anyway, chamei todo mundo pelo facebook e até criei um evento: ”FESTA ALOKA DO DAVE KAKÁ” para não chamar muita atenção. Arrumei tudo que tinha em casa, coloquei decoração roxa para combinar com as lâmpadas, tudo bem direitinho e me coloquei uma roupa de festa. Comprei bebidas e fiz uma mesa para os shots com tequila,limão e sal. Coloquei a música e sentei no sofá para esperar os convidados.

Lord Tubbington estava mexendo no computador, quando recebeu um convite pelo meu facebook. Ele é o administrador do meu facebook, por eu sempre esquecer as senhas. Era o convite para uma festa.

Tinha passado o dia no quarto, ouvindo landslide, songbird e, mais uma música que acrescentei por mim mesma, hummingbird heartbeat. Me sentia uma personagem de um filme de romance muito trash, ou de algum texto idiota e clichê de internet, no qual o ator está com preguiça de descrever a dor interna e profunda do perdonagem, o deixando apenas a chorar. Desisti de ir à festa e convidei o Rory.

2 years ago · Dec 19,2011 → 6 notes
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I’ve got moves like a jagger cause I CAN DOING IT TO MY WAY, BITCHES! @Bartiory

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Aquilo não podia ser verdade. Aquela coisa verde, saltitante, ridiculo. Viadinho, vagabundo de merda. Justo quando eu acho que podemos ficar bem ele vem pegar MINHA garota. Mas as coisas não iam ficar assim. “Seu viadinho, vagabundo, desgraçado” Comecei a gritar fazendo os dois romperem o beijo “Eu vou MATAR vocês” Em meio segundo fui pra cima de Rory e dei um tapa em seu rosto fazendo ele virar a cara. Olhei para Brittany com raiva e fui pra cima dele puxando seus cabelos.

Estávamos dançando tranquilamente quando Santana pirou. Um garoto de roupas esquisitas que parecia ter vindo dos anos 80 estava agarrado com a Brittany, e eles se beijavam distraidamente. Oh, no.  Antes que eu pudesse pensar em alguma coisa, Santana estava me puxando pra perto de onde os outros dois estavam.

 Arqueei a sobrancelha surpreso com o tapa que Santana deu no garoto e esperava que ela parasse ali, mas ela estava apenas começando. Assim que entendi o que estava acontecendo, me meti entre os dois, um pouco tonto por causa da bebida. Conseguia ver Brittany com a mão na boca e sentia as unhas de Santana tentando me tirar da frente pra ela bater no garoto.

Sem pensar muito, o empurrei pra longe segurei os braços de Santana, pra ela não continuar. – Relaxa, San. – Sussurrei, perto do ouvido dela. A respiração da garota estava ofegante e eu tentei acalmá-la, sem deixar de segurá-la.

Tinha bebido tanto que quase não sabia o que estava fazendo. Vi Brittany me puxar e me beijar, foi uma surpresa para mim, afinal de contas, ela estava com a Santana, mas acabei retribuindo o beijo. Logo senti algo nos separar e quando fui ver, Santana tinha me dado um tapa na cara. - Tá louca Santana? - Eu gritei depois de receber um tapa. - Você realmente precisa de uma ajuda psiquiatra. Primeiro a bolada que fez meu nariz sangrar e agora isso? - Massageei minha bochecha que ardia.

Estava indo muito engraçado, divertido. Estava dançando com os olhos fechados pro lado e pro outro até que escuto pequenos gritos. Quando eu abro, vejo Santana vindo na direção do Rory dando um tapa nele. Brittany se afasta e segura na minha camisa e eu também fico preplexo com a situação. Pela raiva, percebi que Santana ia agir mais, porém ela foi segurada pelo Sebastian. Deixei a bebida no balcão e fiquei de prontidão já que possam precisar da sua ajuda.

Cheguei para trás em um tropeço, segurando Artie para não cair. Então percebi, por trás do cérebro enevoado, preenchido pelo puro álcool, destruindo qualquer sentido racional complexo, ou, no caso, pudor, percebi. Que eu tinha feito mais uma vez, os estragos que apenas uma loira burra - ou, no caso, eu, - poderia fazer. Bem diante, estava a mulher que eu amo. Os pingos de suor caindo pelas têmporas e músculos trêmulos de raiva, a conhecida posição de ataque, o mesmo brilho negro que eu via em seus olhos a cada briga, a cada insulto que ela jogava, estava ali. Mas por trás de água, por trás de um rosto inseguro. E era culpa minha, como todas as vezes, era culpa minha. Era como se a minha eu bêbada fosse minha nova eu sóbria, pois conseguia entender tudo que estava acontecendo, cada detalhe da expressão de cada um dos presentes, e mesmo assim me perder em minha própria cabeça.

Santana se soltou dos braços de Sebastian, virando o rosto, se recusando a olhar para Rory. Seus olhos encontraram os meus, marejados, tanto os dela como os meus, em um grito de horror e desespero que ninguém mais poderia ouvir. Apenas eu. Aquele grito ficava perfurando meu cérebro, sentia como se alguém quisesse arrancar meu coração com as próprias mãos. O grito de dor que seus olhos transmitiam faziam as lágrimas silênciosas cairem por minhas bochechas geladas de pânico. Com os punhos cerrados, ela deu alguns passos até mim. Abri a boca, pronta para usar qualquer tipo de desculpa, qualquer perdão para implorar uma cota de piedade que fosse. Mas antes que qualquer som saísse de minha boca, fui interrompida por um punho.

Era como se tudo tivesse se silenciado. Teria pensado que estava desmaiada, se ainda não sentisse o peso de meu corpo sustentado por minhas pernas trêmulas. A sensação dos ossos das sua pequena e bruta mão, colidindo com violência contra minha bochecha, fazendo meus dentes cortarem a sua fina carne, ficava se repetindo em minha mente, enquanto sentia o sangue fino e ainda que pouco, escorrendo dentro de minha boca, o gosto de ferro me fazendo pensar.

Ela nunca tinha levantado um dedo para mim. Qualquer toque seus jamais fora violento na minha direção direção, sempre foram dedos carinhosos, entre risos de uma manhã de domingo preguiçosa. Mas, dessa primeira vez, pude entender a dor e pânico nos olhos das pessoas que saiam com os olhos roxos, sangue descendo pelo nariz, após se meter com Santana Lopez. Era puro medo, da dor pura que seu corpo pequeno poderia fazer. A dor que seus músculos contraídos poderiam te causar, a força com a qual seus punhos - ou deboches - podia perfurar uma pessoa, e a fazer se arrepender de ter nascido.

Mas não eu. A surpresa, o primeiro momento que jamais pude sentir sua força e violência contra mim mesma, dessa maneira, fez o sangue em minhas veias borbulhar, e correr mais rápido. Eu merecia, e merecia mais. E não estava com medo, eu estava satisfeita por ela ter me dado o que eu merecia, um tapa, um soco com toda a sua força.

Mal percebi que tinham-se passados minutos, todo o lugar em silêncio, olhando nosso próximo passo. Levantei a cabeça, e me foquei em seus olhos escuros, ainda com a expressão de horror, o grito perfurando meu cérebro com gosto. Mal percebi que tinham se passado esse minutos em puro silêncio, quando minha voz rouca e dura, falou, olhando-a diretamente nos olhos:

- De novo - e seu punho se levantou em minha direção.

2 years ago · Dec 19,2011 → 19 notes
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Brittany dançava e todos da pista, sendo gays ou não, estavam hipnotizados por ela. Tentei acompanhá-la e até usei uns passos que o Sam me ensinou. Estávamos rindo e nos divertindo, tomamos vários shots de tequila que uns rapazes vestidos de bombeiro passavam e ofereciam. Brittany me puxou para perto, colamos nossos corpos enquanto dançávamos sensualmente de acordo com a musica. Aproveitando, dei um beijo em seu pescoço. Sorri quando Brittany se arrepiou e riu.

Tinha tomado alguns copos de whisky que a Brittany tinha me dado e com isso acabei ficando alegre demais. Dançava como se não houvesse amanhã e ficava rindo de tudo. Das pessoas dançando, do povo se beijando conversando, parecia que estava fora dali mesmo estando do lado de todo mundo. Vejo Rory do meu lado dando investida na Brittany. Coloquei minha mão na boca e fiquei pasmo - WOOOOOOOOOOOOOOOOOOO olha o Irishhhhh guyyy yoooooooo - falei rindo.

Dançava rindo, por motivo nenhum e por causa de tudo, ao mesmo tempo. Rory ria contra a pele do meu pescoço, entre breves beijos, e meus dedos brincavam com seu cabelo. Puxei sua cabeça e sorri para seus olhos, colidindo seus lábios no meu, o segurando pelas bochechas. Acariciei sua língua com a minha, e meus dentes prenderam o seu lábio inferior, os dois ainda de olhos fechados. O beijei brevemente mais uma vez, antes de olhar rapidamente para seus olhos, e capturar seus lábos de novo.

2 years ago · Dec 19,2011 → 19 notes
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Drip, drip, drip, drip, for me mami


2 years ago · Dec 19,2011 → 10 notes
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Brittany começou a me contar a história super engraçada enquanto caminhávamos para dentro da boate. Vimos o Artie em uma mesa e Britt me puxou, nos levando até ele. Fui até o bar buscar as nossas bebidas e logo voltei, Britt tomou seu whisky em um gole e acabou pegando o meu copo. - Ei, vai com calma Britt. Hm… Vamos dançar? - Eu disse, me levantando e segurando a mão da Britt, puxando-a para a pista de dança. Artie logo veio dançar com a gente.

Estava na mesa quando eu vi Brittany e Rory chegar. - Wendy e Rory, vem chegando - Falei enquanto eles se sentaram. Rory foi pegar as bebidas e fiquei conversando com ela e rindo. Quando Rory volta com as bebidas, Brittany bebe de uma vez - Rory tem razão, Brittany - Falei com ela, enquanto íamos para pista de dança, estava tocando uma música animada, e um pouco de bebida me fez animar.

- Com calma? Estamos em uma festa! - um bar corrigiu Rory, em seu sotaque engraçado. Ri alto e o puxei mais, segurando a cadeira de Artie com o pé, atrás de mim. Passou um homem vestido de bombeiro, com várias bebidas para as pessoas. Peguei um copo cheio e virei em alguns segundos.

- Então, a gente que faz a festa! - ri amis uma vez, gritando um pouco mais do que precisava para sobrepor o som das caixas, que tocava I Like It.

2 years ago · Dec 19,2011 → 19 notes
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Realmente nunca tinha entrado em um bar GLS. Realmente tinha muitos casais lá de todas as idades, héteros e homossexuais. Realmente como um cara hétero, sempre fica tenso achando que todos vão dá em cima de você mas quando você vem, percebe-se que isso é apenas um tabu bobo. Fiquei lá sentado tomando um coquetel leve curtindo as músicas enquanto meus amigos dançavam perto da mesa. Ficava balançado o corpo de leve e ficava curtindo o som.

Entramos no bar rindo, Rory e eu. Logo nossos olhos acharam o cadeirante de óculos que bebia relaxado em um canto do bar. Puxei Rory pelo bíceps e sentei na mesa.

- Woody! - disse, o abraçando e pegando o opo da mão dele - é o que? Quero wisky, Rory, pede pra mim? - estava animada, e o garoto sorriu e assentiu.

- Chegou faz muito tempo? - me virei para Artie - Quer dançar depois de umas bebidas? Hoje é pra se divertir, não fica aí parado não!

2 years ago · Dec 18,2011 → 19 notes
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Hoje é festa no gay bar @aliança colorida + artory

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davethefury:

Estava sambando loucamente ao meu pagode, quando tive uma idéia muito foda, que só podia ser minha, claro, já que eu sou um deus da vida. Anyway, tive a ideía de levar o povo colorido do WMHS mais o cadeirante nerd e o amigo leprechaun dele para um hangout no meu point favorito, o gay bar. Claro que não contei nada a eles sobre eu ser gay e talz, não estou preparado para sair do ármario. Mas convidando eles para o meu território eu ia me sentir mais confiante. Me arrumei, peguei meu carro e fui buscar o cripples na casa dele. Ele já estava lá, nerd como sempre, e eu o ajudei a entrar no carro e fiz meu caminho para o local.

Achei muito estranho receber um convite do Dave. Tive que falar com o Kurt para saber algo mas ele me disse que podia ficar tranquilo porque Dave mudou. Me arrumei e então esperei para ele ir me buscar. Quando ele chegou, sai de casa e fui até carro dele. Quando eu ia chegando perto da porta, não segurei a roda sem querer e passou por cima do dedo dele - Opa, me desculpa, Dave - Falei com o tom de desculpas e ele me colocou no carro para podermos ir ao local.

Kurt me falou, por sms, algo sobre o Artie estar indo a uma bar gay, e o perguntei porque. Ele falou apenas para eu o acompanhar, e logo após recebi uma text do Dave, perguntando a mesma coisa. Dei de ombros e bati à porta de Rory.

- Bora pra um bar com Artie e cia? - ele me mostrou a tela do celular com a mensagem, e sorri o puxando pelo braço e pgando um casaco. Ele pegou o dinheiro, e peguei o carro da mamãe emprestado para chegármos lá.

2 years ago · Dec 18,2011 → 6 notes
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Let’s have a party tonight @Party

hollysugar:

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Artie e eu ficamos jogando video-game. A festa já tinha começado à quase uma hora e nada de ninguém aparecer. - É Artie, acho que ninguém vai aparecer hoje. - Eu disse triste. Artie ganhou de mim pela terceira vez no jogo, eu não estava nem um pouco animado, ninguém chegou até agora e nem parecia que viriam.

Quando ia me despedir do Artie e ir para casa, a campainha tocou. Uma das empregadas do Artie atendeu a porta e logo Sugar se juntou a nós. 

Estava jogando com o Rory e percebia que ele estava triste com a situação. Realmente ninguém havia aparecido na festa e eu fiquei lá jogando com ele. Quando eu estava na terceira jogada consecutiva ganhando dele, Sugar aparece na festa. Ela fica olhando pro lado perguntando da festa - Nossa, Sugar, valeu por ter vindo, pena que provavelmente não vai ter mais a festa, mas senta conosco aqui - Falei enquanto estava vendo Rory ficar um pouco mais alegre com isso.

Cheguei na festa e vi Artie e o menino irlândes sentados jogando. Sentei-me ao lado deles e disse -Mas, mas, mas, mas, eu vim pra ficar com alguém. Minha beleza sozinha não dá resultados.. minha boca está precisando de outra saliva pra poder praticar meus belos solos. -Fiz uma cara triste.

Arrumei os shorts mais uma vez, ajeitei a blusa no corpo, e dei quatro batidas à porta. De repente apareceu um Rory sorridente, me abraçando apertado.

- Olá meu duende - disse, sorrindo e o abraçando de volta. Entrei na casa rindo, com o braço do garoto envolvendo os ombros, e abracei Artie. - Olá Woody! - e me virei para sugar, a agarrando nos braços também.

Me sentei ao lado dela, Rory se sentando ao meu outro lado.

2 years ago · Dec 11,2011 → 15 notes
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And I’m right by your side, like a thief in the night; @Bartie

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Nada não. É que eu to meio cabisbaixo e você nem percebeu aí eu estou rindo. - Falei sorrindo para ela enquanto volto ver a TV. - Acho engraçado quando o Wonka fala que o local onde a Veruca caiu foi no incinerador. A cara que o pai dela faz é tenso, mas eu acho engraçado - Falei olhando de volta para TV enquanto ela ficou me olhando. 

Fiquei com o canudo na boca, dando pequenos goles destraídos enquanto, mais uma vez, via o filme pelo reflexo de seus óculos. Dei um pulinho no sofá, para chegar mais perto dele, e apoiei minha cabeça em seu ombro.

- Adoro quando você vem aqui. Você e as suas jujubas. - balancei o copo - E o suco acabou.

2 years ago · Dec 9,2011 → 20 notes
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And I’m right by your side, like a thief in the night; @Bartie

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brittanyslave4u:

Talvez eu passe o Natal com meus avós maternos. - Falei olhando para as mãos - Eu quero e não quero passar entende. Fiquei sabendo que Tina vai passar apenas com a prima dela e os tios dela aqui. E eu queria passar com ela - Falei com a cabeça baixa. 

Hmmm, que fofo. Pensei para mim mesma, sorrindo contra o canudo. Voltei a olhar para a TV e uma menininha estava sendo sugada por esquilos, ou algo assim.

- Eu gostava deles. Esquilos são do mal? Tipo, Pink e o Cérebro, aqueles ratinhos? - perguntei, tirando os olhos da TV para olhar para Artie, que me encarava, sorrindo.

- O que foi? - bebi mais so suco, com o cenho franzido.

2 years ago · Dec 9,2011 → 20 notes
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